Após três angustiantes dias de folga, retorno à rotina de todo santo dia. Passar a sexta, o sábado e o domingo em casa foi uma verdadeira tortura. Mas também, parece que tudo resolveu acontecer nestes dias. Sexta, trabalhos repentinos, sábado, crises ortopédicas e “bode” de amigos, domingo, jogo da seleção. Ainda bem que dessa vez o Dunga não decepcionou, em compensação o jogo das 18h30, melhor não comentar...
Quer apostar que esta semana tudo acontece? Claro, esta que eu não tenho dinheiro, que vou trabalhar até sábado, que minha mãe está de folga no domingo. Com certeza, todas as reuniões, festas, bares, baladas, peças teatrais, shows e sambas ocorrerão...
Pelo menos por hoje está tudo bem novamente. O mesmo trim incessante dos telefones e alguns jornalistas que parecem não levantar da cadeira para nada. Mais uma semana, sete dias, 168 horas, 10.080 minutos, 604.800 segundos... Parece bastante tempo, não é mesmo? Acho que não... Às vezes é mais difícil conseguir uma parte deste tempo do que parece... E por falar nele...
Quer apostar que esta semana tudo acontece? Claro, esta que eu não tenho dinheiro, que vou trabalhar até sábado, que minha mãe está de folga no domingo. Com certeza, todas as reuniões, festas, bares, baladas, peças teatrais, shows e sambas ocorrerão...
Pelo menos por hoje está tudo bem novamente. O mesmo trim incessante dos telefones e alguns jornalistas que parecem não levantar da cadeira para nada. Mais uma semana, sete dias, 168 horas, 10.080 minutos, 604.800 segundos... Parece bastante tempo, não é mesmo? Acho que não... Às vezes é mais difícil conseguir uma parte deste tempo do que parece... E por falar nele...
Batidas na porta da frente
É o tempo
Eu bebo um pouquinho
Pra ter argumento
Mas fico sem jeito
Calado, ele ri
Ele zomba
Do quanto eu chorei
Porque sabe passar
E eu não sei
Num dia azul de verão
Sinto o vento
Há folhas no meu coração
É o tempo
Recordo um amor que perdi
Ele ri
Diz que somos iguais
Se eu notei
Pois não sabe ficar
E eu também não sei
E gira em volta de mim
Sussurra que apaga os caminhos
Que amores terminam no escuro
Sozinhos
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, ele não vai poder
Me esquecer
Respondo que ele aprisiona
Eu liberto
Que ele adormece as paixões
Eu desperto
E o tempo se rói
Com inveja de mim
Me vigia querendo aprender
Como eu morro de amor
Pra tentar reviver
No fundo é uma eterna criança
Que não soube amadurecer
Eu posso, e ele não vai poder
Me esquecer

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